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Quem sou eu?


Meu nome é Léa Michaan, sou

Psicoterapeuta e Psicanalista e convido a

todos que entram neste blog a ler meus

artigos a respeito das inúmeras e

inusitadas situações da vida. Espero que a

leitura destes artigos desperte reflexões e

idéias que são muito bem vindas!

leamichaan@uol.com.br

Dicas para as dificuldades do dia-dia, voce encontra no site abaixo:

                                                                http://psicologaresponde.wordpress.com/

                                                    Telefone do consultório:  (11) 2628 1439

                                                                                                                                                                                                                    

                                                               

Caros amigos,

O romance de ficção: Maly – traduzido do hebraico: Ma – (o que?) e Ly (para mim) – O que há para mim? Uma história envolvente e enriquecedora. O livro fala sobre superação e a arte de dar sentido à vida.

Compartilho com vocês algumas particularidades do livro:

Envio um clip do Maly:

http://youtu.be/JZwmJKh0V8s

Também o site do Maly:

http://www.maly.com.br/

Muita gente está me perguntando como fazer para adquirir o livro enquanto ainda não está distribuído pelo Brasil, então envio as dicas: (“infelizmente” não ganho quase nada em espécie com as aquisições do livro, mas , ganho a alegria em divulgar algo que penso ser enriquecedor para a psique humana) Por enquanto é possível adquirir o livro na Livraria da Vila ou pelo site:

Downloads | Teses, Artigos Científicos e Capítulos – Gênio Criador.

Exclusão e Rejeição

Dois sentimentos primos irmãos Continuar Lendo »

Encontrar uma pessoa bacana para construir um relacionamento exige tempo e muita disposição. Talvez esse acabe sendo um dos motivos que levam mulheres que já são mães a deixarem um pouco de lado suas vidas amorosas.Publicidade Entretanto, a dedicação a um filho não pode ser empecilho para se viver um novo amor. Ainda mais porque há homens por aí que não se importam com o fato de terem que incluir uma criança no relacionamento. Para a psicoterapeuta e psicanalista Lea Michaan, a mulher que já é mãe e está disposta a viver um novo amor não pode – e nem deve – ficar presa a um só papel. “Ela precisa transitar por todas as funções que cabem a ela: dona de casa, profissional, mãe, mulher. O filho vai crescer e viver sua própria vida. E se ela não cuidar de si própria certamente vai culpar este filho e impedir que ele siga seu caminho”, esclarece. Na hora de “ir à caça”, Lea acha que a mulher não deve dizer logo de cara que tem um filho. Afinal de contas, ela tem o direito de se preservar. “O ideal é que ela comente da criança numa segunda oportunidade. Antes é importante saber o grau de envolvimento que ela e essa pessoa pretendem ter”, sugere. “O filho já tem a carência de uma figura paterna, portanto, o certo é evitar qualquer tipo de frustração”. Lea recomenda também que a mulher crie um vínculo bacana com o parceiro antes de apresentá-lo ao filho. “Separadamente, converse com a criança. Diga a ela que você conheceu um homem legal e a importância que esta pessoa tem na sua vida. Peça para que seu filho o conheça e sempre ressalte que, apesar da chegada do rapaz, a sua relação com a criança não será abalada”, recomenda. A opinião da criança sobre o novo namorado da mãe não pode deixar de ser ouvida. “Procure saber o que ela achou. Caso a opinião seja negativa, tenha discernimento para identificar se a crítica é verdadeira ou apenas ciúmes. Se for necessário, tenha uma conversa franca com ela e com o parceiro juntos”. Um namoro pode acabar, mas o filho é para sempre. Por este motivo, a criança deve ser sempre prioridade na vida da mãe. “Nunca deixe seu filho de lado por conta do relacionamento. Encontre um momento do dia para se dedicar integralmente a ele. Seja quando ele chega da escola ou quando você chega do trabalho. Somente depois vá ao encontro do namorado”, aconselha Lea. Aos finais de semana, a mãe também precisa incluir a criança nos programas. “Caso o homem não tenha interesse em participar desses eventos, é um alerta de que ele não serve para namorar você”, afirma a psicanalista. “Outro ponto importante é preservar a sua intimidade. Lembre-se de fechar a porta quando for se deitar com seu parceiro. É difícil para o filho conviver com a sexualidade da mãe”. Em situações como essa, é normal a família dar opiniões, uma vez que está preocupada com o bem-estar da criança. Para lidar com isso é preciso ter equilíbrio. “Eu penso que os familiares querem o bem da criança e, por isso, opinam. A mulher deve escutar sempre os conselhos, mas se realmente quiser levar o namoro adiante, deve defender sua posição, alegando que se ela tiver um companheiro será melhor para o filho e que o lado feminino dela também precisa de cuidados”. leia também Vida sexual: como ela fica após o nascimento dos filhos? Mães solteiras. Namoradeiras. Portanto, tenha a certeza de que um filho não atrapalha sua vida amorosa. Esta pode ser a grande chance de conhecer alguém verdadeiramente responsável e que queira lutar para fazer você feliz e adotar seu filho de coração.

Pessoas antissociais

Como encontrar o equilíbrio sem afetar a vida profissional e pessoal

Por Elliana Garcia

 Sabe aquela pessoa que sempre arranja uma desculpa para não ir a uma festa, ou que em reuniões sociais não se mistura e fica num canto, com cara de quem está entediada? Isto pode acontecer com todos nós, afinal, nem sempre estamos com vontade de sair, de conversar. Mas, uma vez que nos encontramos num ambiente social, é comum transformarmos o nosso humor e sermos receptivos aos outros. Porém, há aqueles que se torturam só de pensar em ter que encontrar outras pessoas, que não se transformam e se mantêm firme na posição de que fazem um grande favor em estar na presença de outros. É o antissocial. Mas, o que afinal é uma pessoa antissocial?

“O antissocial é aquele que não sente vontade de sair de casa, de ver gente nem de colocar a sua energia nos relacionamentos interpessoais, e vive de forma análoga a um urso hibernando, só deseja ficar dentro de sua caverna envolvido com seus próprios interesses e relacionar-se com os outros não faz parte de seus interesses”, diz a psicoterapeuta e psicanalista Léa Michaan.

Segundo ela, não é só em eventos sociais que podemos encontrar pessoas assim. Elas podem estar ao nosso lado, no trabalho por exemplo. “É muito chato trabalhar ao lado de pessoas antissociais, pois elas não se envolvem com os colegas, não puxam conversa e quando questionadas, respondem com monossílabos. E no ambiente de trabalho é muito importante se entrosar, pois sempre haverá alguma situação em que será preciso trocar a folga, de ajuda para compreender alguma questão, e o clima fica bem mais leve se as pessoas apreciam a companhia umas das outras”, ressalta.

Festa da empresa

Está se aproximando a época das confraternizações de final de ano das empresas. Época essa, que é o terror para pessoas assim. “Os antissociais detestam ter de ir a uma festa ou confraternização, mas ao não ir demonstram desinteresse àquilo que é feito para elas.” Como então participar de eventos sem que seja um verdadeiro martírio? “Compreender que só ela odeia estar com outras pessoas porque acha que os outros não a estimam ou admiram e tudo o que o antissocial faz é devolver ao mundo o que erroneamente pensa que o mundo faz com ele, e agindo desta forma, de fato os outros não vão apreciar a sua companhia e ele será visto pelos outros como alguém que não gosta de interagir”, responde Léa.

Como eles se sentem

Na concepção da psicoterapeuta, os antissociais se “escondem” normalmente porque possuem uma baixa autoestima e acreditam que ninguém vai achá-los interessantes, que os outros não gostam deles. “Eles próprios se tornam desta maneira com os outros. O nível de aversão em encontrar com outras pessoas pode chegar a se transformar numa fobia e a cada vez que o antissocial não tiver escapatória, os dias que antecedem o evento serão torturantes para ele. Seus pensamentos serão: ‘Que horror, vou ter que me encontrar com aquelas pessoas chatas’. O antissocial não dá chance para mudanças de humor”, enfatiza 

Se não há chance para uma mudança de humor, uma mudança de vida seria impossível?

 “Não. Desde que se queira é possível uma mudança, mas para o antissocial se transformar é necessário que compreenda que o ‘inferno’ é uma projeção que ele faz dos outros, pois os outros são como espelhos de nós e nos tratam da mesma forma que nós os tratamos. Se alguém pensa que o outro não tem nada de bom, muito provavelmente, ele pensa que ele próprio não tem nada de bom, e isto é um problema de autoestima, portanto uma mudança é possível e a receita para essa mudança de atitude está dentro da sua mente. Enquanto acreditar que não gostam dele, não conseguirá apreciar o outro, e por fim esta crença se tornará uma realidade”, finaliza Léa.

Desde o início da novela global “Passione”, a personagem Stela, vivida por Maitê Proença, vem causando polêmica. Casada e mãe de três filhos, ela nunca hesitou em preencher o vazio existencial seduzindo belos garotões desconhecidos. Um deles, porém, não só a levou a se apaixonar, como ainda causou um enorme problema em sua vida: o italianinho Agnello (Daniel de Oliveira) acabou se envolvendo com sua filha, Lorena (Tammy di Calafiori).

A trama, ou melhor, a disputa que vai se acirrar entre as duas nos próximos capítulos tem levado muita a gente a discutir o relacionamento entre mãe e filha, que, desde que o mundo é mundo, costuma oscilar entre o amor e a raiva. Uma das razões é que a mãe reúne na mesma pessoa a ideia de proteção e controle. Em alguns momentos, a filha adora a segurança; em outros, sente a necessidade de correr riscos e escrever a própria história. Os conflitos, de modo geral, ocorrem quando a mãe encontra dificuldade em aceitar o crescimento da filha, permitir que ela faça suas próprias escolhas e assuma a responsabilidade por si própria. A relação entre mãe e filha atravessa diversas fases no decorrer da vida. Durante a infância é comum as meninas se identificarem com a mãe para construir as bases referenciais do seu funcionamento e depois se diferenciam para formar sua própria identidade. A imitação dos comportamentos maternos e a urgência em consultar a mãe para agir com segurança se modificam na adolescência, cedendo espaço para o desenvolvimento da autonomia. Nessa fase é comum a jovem filha manifestar comportamentos hostis e críticas mordazes à mãe, comportamentos que devem ser repreendidos e inibidos por meio de diálogos e atitudes efetivas. “O ser humano é um complexo de sentimentos, e por trás de nobres desejos da mãe, por exemplo, escondem-se os maléficos, os temores de que a filha irá superar a mãe em graça, beleza e sorte na vida. Também na obscuridade, a filha sente inveja dos poderes da mãe adulta e odeia ser dependente dela, ou teme não alcançar tantas conquistas quanto sua mãe.

Uma vez que, nem mãe nem filha entram em contato com estes sentimentos hostis, eles ficam contidos e reprimidos, mas algumas vezes eles podem vir à tona, explodindo com força total e causando muito estrago no relacionamento. Porém, assim como no conto de fadas da ‘Branca de Neve’, o desabrochar da filha é como um espelho no qual a mãe pode vislumbrar o seu próprio brochar. E na inconsciência a mãe culpa a filha pela perda de sua própria juventude. É por esse motivo que, na adolescência, costumam ocorrer muitos desencontros entre as mães e as suas filhas”, afirma a psicóloga Léa Michaan, de São Paulo.

Na idade adulta, deve prevalecer o respeito e o companheirismo, porém, se estas fases não foram vivenciadas e elaboradas adequadamente, o resultado pode se transformar em distanciamento ou, ainda pior, em rivalidade entre mãe e filha. Mãe versus filha.

 Muita gente pensa que, quando mãe e filha se interessam pelo mesmo homem, já há um clima de disputa e competição entre as duas. Mas, segundo a psicóloga Léa Michaan, é preciso analisar a situação sob diversos aspectos. Por exemplo: este homem é mais próximo da mãe ou da filha? “Se for amigo da filha, por conta da idade e do grupo social, então muito provavelmente a mãe quer testar o próprio poder de sedução e medir forças com a filha. Tem necessidade de provar para si própria e para o mundo o quanto é bela, atraente e irresistível a ponto de atrair um jovem que poderia ser o namorado de sua filha. Neste caso, há uma competição mais por parte da mãe do que da filha.”, explica Léa. “Caso este homem for mais próximo da mãe em termos de idade e grupo social, então podemos pensar que esta filha deslocou o complexo edípico (paixão da filha pelo pai) para este homem, que é o atual amor de sua mãe. Pode haver também uma carência paterna, e a menina transferir tal carência para o atual namorado da mãe, desejando-o como homem”, completa.

Para a psicóloga cognitivo-comportamental Mara Lúcia Madureira, de São Paulo, a mãe exerce um papel fundamental na formação da personalidade da filha. Ela transmite, além dos genes, crenças e valores que serão mantidos e elaborados ou deturpados e rejeitados, de acordo com a percepção e assimilação da filha. A rivalidade é resultado de sentimentos de insegurança e disputa de poder. “A mãe que não consegue se harmonizar com a passagem do tempo, aceitar o envelhecimento e desfrutar a beleza própria de cada fase da vida, permanece apegada aos mitos da beleza e juventude eternas e, tende a se rivalizar com a filha, em vez de apoiá-la e orientá-la”, destaca. Em geral, quando ambas se apaixonam pelo mesmo homem, é comum a mãe abrir mão do relacionamento. Segundo a especialista Mara Lúcia, mães maduras não se detêm em competições desleais, gostam de ser mulher em qualquer idade, se aceitam com seus anos e sua sabedoria a mais, respeitam o esplendor da juventude e beleza das filhas e as encorajam a lutar por causas mais nobres. “Elas compreendem que amores são superáveis e que as disputas nesses termos são prejudiciais e desnecessárias, deixam marcas indeléveis na história de ambas. Não arriscam a confiança e os laços maternos por paixões carnais, quase sempre transitórias”, declara.

Briga de amor dói!

 Como podemos entender que um casal que se ama pode chegar à violência conjugal?

             Para pensar nesta questão, proponho refletir sobre a seguinte pergunta: Qual é o inverso do amor? Se você pensou que é o ódio, se enganou redondamente, pois o ódio e o amor são duas faces da mesma moeda. Nós só podemos odiar as pessoas que nos são significativas, pois amor e ódio são sentimentos que nutrimos por aqueles que mobilizam profundas e intensas emoções dentro de nós, assim sendo, provavelmente odiamos porque amamos demais, mesmo sem saber, e não nos sentimos correspondidos, ou nos sentimos dependentes, ou decepcionados ou frustrados, por este alguém, então o amor transforma-se em ódio.

            O oposto do amor, por sua vez, nada mais é do que a indiferença.

            É importante ter em mente que casais que se agridem violentamente, possuem elementos como o sadismo e o masoquismo como forte componente de suas personalidades e tais características imperam com vigor, muitas vezes, de forma camuflada nesta relação que acontece entre “tapas e beijos”.    

Mas, ainda resta a pergunta: porque pessoas que se amam chegam ao ponto de se agredir de forma violenta?

Vamos por partes e pensar em primeiro lugar sobre o conceito de violência, que é um dano invasivo ao psiquismo e ao corpo, e surge quando a linha tênue do limite entre duas pessoas deixa de ser considerada. Daí percebemos que se houve invasão é porque falhou a construção de um espaço dentro do agressor que considera o outro como um ser existente e independente de seus desejos.

A violência entre o casal chega no momento em que o mito do amor romântico se desfaz. Neste mito o outro representa aquele que existe para trazer a felicidade e a satisfação plena, então, a pessoa agredida foi coisificada, não é mais um ser a parte, mas sim, um objeto cuja função é não decepcionar, nem em fantasias.   

 Nesta relação, o agressor torna-se prisioneiro de sua própria violência, porque busca na pessoa amada aquilo que ele próprio é, ou aquilo que idealiza, ou ainda, a pessoa amada representa os amores perdidos da infância: o pai que protege ou a mãe que nutri ou ainda, toda a gama destes elementos combinados. De tal modo, nesta rede de representações aparece deslocado o desejo de completude com o ser amado, onde as frustrações naturais da vida não cabem, e o parceiro tem por obrigação, compensar as decepções vividas no passado do agressor, que com tantas exigências tais desilusões só podem se repetir como num circulo sem fim.  

A violência então surge no lugar daquilo que não pode ser dito nem pensado e se reapresenta como se fosse um destino inescapável. Agressores e agredidos apresentam um embotamento da capacidade de pensar a vida emocional, portanto distanciam-se de suas consciências as quais buscam diferentes caminhos para se defender do sofrimento, tal qual o analgésico, que alivia temporariamente a dor, contudo, a causa só poderá ser suprimida quando a violência entre o casal puder ser nomeada, e os conteúdos puderem ser elaborados e ressignificados. A partir disso, o casal poderá construir uma nova história. Porque briga de amor dói, e quem a vive, conhece o quanto dói.

 Léa Michaan

Pessoal, este  vídeo é uma continuação sobre cuidado emocional para com os filhos.

Vale a pena assistir!

Saiba identificar como os sinais corporais femininos ou masculinos demonstram o que ela quer com você Mesmo que uma mulher não diga que te quer – ou ao contrário –, você pode descobrir se ela está ou não falando a verdade através dos sinais que o corpo dela denuncia. A psicóloga especializada em casais Léa Michaan diz que “com palavras, a pessoa pode omitir muita coisa. Na linguagem corporal, isso é praticamente impossível”. Segundo ela, com atenção, você pode interpretar melhor o que se passa na complicada cabeça feminina. Agora uma dica importante: “Preste atenção se há uma associação de sinais. Não é porque a mulher apresenta um deles que você já pode concluir suas intenções.” Palmas para cima Quando a mão da mulher está aberta e com a palma para cima, ela está fazendo um convite. “Ela está convidando o homem para alguma coisa ou se oferecendo para ele. Mas cuidado: às vezes ela deseja, mas ainda não é a hora de atacar, pois há o desejo físico e o racional. Talvez, para a razão, ainda não seja a hora para ela.” Mãos geladas Para descobrir mais um pouco sobre suas intenções, pegue nas mãos dela. “Se estiverem geladas, demonstram nervosismo. Em muitos casos, isso pode ser considerado como forte interesse pelo homem”. Descontrole Se você notar que ela se mexe demais, gesticula muito e ri alto, são bons sinais. “Se a mulher começa a ficar sem saber como se comportar, provavelmente ela tem grande interesse na pessoa com quem está conversando”. Roupa e cabelos Se ela mexe nos cabelos e ajeita a roupa o tempo todo, está querendo te impressionar. “É sinal de que ela quer que você a veja bonita”, revela Léa. E, no dia-a-dia, note como anda seu visual. “A mulher que está apaixonada, em geral, cuida mais da aparência. Se você perceber que ela está mais arrumada, quer te conquistar. Por outro lado, se anda sempre esculachada, esqueça. Pode tirar o time de campo.” Encolher a barriga e inflar os seios Quando a mulher quer seduzir um homem, automaticamente, encolhe a barriga e estufa os seios, segundo a psicóloga. “Com isso, ela quer duas coisas: exibir toda sua feminilidade e parecer bonita, em forma, esbelta…” Braços cruzados É sinal de que ela não está interessada. “É como se ela colocasse um portão entre vocês. Se não forem os braços, pode ser a bolsa na frente do corpo, um copo, ou algo que crie uma separação entre vocês.” Repare nos pés Olhe para baixo e repare em que posição estão os pés dela. “Se estiverem para o lado oposto ao seu, certamente ela está com vontade de ir embora. Se estiverem voltados para você, bom sinal.” Mãos na cintura Quando a mulher apoia as mãos na cintura, apontando o cotovelo (ou os cotovelos) para o lado, é sinal de que ela quer ficar a sós com você. “Fazendo isso, ela cria uma barreira para evitar que outras pessoas se aproximem, pois não quer que ninguém interfira”, diz Léa. Mexer nas joias Quando ela quer chamar a atenção, é comum que fique brincando com o anel, o colar ou os brincos. “A mulher quer mostrar as coisas bonitas que possui. Quer que você note o que ela tem de bom, de bonito…” Atenção ao olhar Repare se ela olha fixamente – durante mais de 3 segundos – nos seus olhos. “Se alguém faz isso, é porque está interessado. Além disso, repare no formato em que os olhos estão. Quando ficam um pouco fechados, sedutores, ela está a fim de você.” Inclinação do corpo Se sua pretendente inclinar o corpo para trás, não está interessada. “A menos que seja no momento de uma investida sua, pois é instintivo a mulher se afastar”. Portanto, talvez ela tenha interesse, sim, só não seja o momento do bote. Distância dos corpos Um bom teste para saber o que sua paquera está sentindo é tentar se afastar um pouco dela. “Se você vai para trás e ela está correspondendo à paquera, ela se aproxima novamente de você.” Toque Preste atenção se, quando vocês conversam, ela esbarra em você, mesmo sem querer, ou te toca intencionalmente ao falar. “Sinal de que está à vontade e gostando da situação.” Imitação dos gestos Qualquer pessoa que tem interesse em outra, inconscientemente, passa a copiar os gestos de sua companhia. “Veja se ela faz isso. Caso faça, ponto positivo para você…” Morder a parte inferior dos lábios Se a conversa chegar a ponto da mulher morder os próprios lábios, é um aviso de que ela curtiu o homem, mas está evitando. “Isso demonstra que o rapaz desperta apetite na moça, mas ela está tentando se segurar.” Convite Por fim, quando a mulher te olhar com interesse e depois desviar os olhos para outro canto – talvez a saída de onde vocês estão –, pode ser interpretado como um convite. “É como se ela dissesse para vocês saírem dali, para ficarem sozinhos”. Que tal arriscar uma proposta? Boa sorte!

Este é o segundo vídeo da série que estou fazendo sobre temas enviados pelos leitores. Neste vídeo falo sobre o cuidado emocional, dos pais para com os filhos.

Vale a pena assistir!

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